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Depois do reinado do Q.I., descobriu-se a importância das emoções, essenciais para comunicar e convencer. Já é tempo de melhor compreender as emoções para as gerir eficazmente. A inteligência do Coração faz a diferença.
Hoje, para triunfar, não basta competência técnica e Q.I. A confiança em si próprio, a criatividade, o à-vontade no relacionamento e a autonomia fazem a diferença. A Escola nada ensina sobre afectividade. Não seria mais útil do que decorar uma data?
A dinâmica da comunicação, a interdependência e o desafio da cooperação são uma aprendizagem urgente. A inteligência emocional e a capacidade de relacionamento são a inteligência de amanhã.
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